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Autor:Ronaldo Salvador Vasques
Palavras-chave | Resumo
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Autora: Larissa Sousa de Carvalho
Palavras-chave
| ResumoConsiderada por muitos pesquisadores como uma ambiciosa antologia do vestuário mundial, a obra De gli habiti antichi et moderni di diverse parti del mondo (1590), de Cesare Vecellio, merece uma análise mais atenta, sobretudo no que se refere ao teor de seus comentários textuais. Focaremos nos treze breves capítulos iniciais do volume, por elucidarem as motivações ideológicas do autor, e também nas noções proeminentes para instrumentalizar aquele que lia. Após um conciso panorama sociocultural, levantaremos questões quanto a sua relevância, peculiaridades e estrutura. Além disso, será possível refletir sobre seus esclarecimentos a respeito dos diferentes tecidos, cores e vestes antigas ou modernas.
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Doutor em História, professor da Faculdade de História e do Programa de Pós-Graduação em História Social da Amazônia e pesquisador do CNPq.
Pintura. História. Identidade nacional.
Em 1917, Belém do Pará assistiu a uma exposição sobre os três séculos dos trajes e da moda paraense. O evento revisitou alguns dos temas clássicos da história nacional, como a abolição da escravatura e o próprio tricentenário da cidade, por meio de uma mostra organizada pelo maranhense João Affonso do Nascimento (1855-1924). Foram 56 aquarelas, sépias e nanquins reproduzindo a evolução do vestuário masculino e feminino no Pará, desde 1616 até 1916. Nesta comunicação, analiso o processo de construção dessa história da moda como parte de um projeto mais amplo dos intelectuais da Amazônia em rever os cânones da escrita da história e da própria narrativa visual do passado e suas relações com as festas da nacionalidade brasileira.
Mestre em História pela Universidade Estadual de Maringá – UEM/PPH. Área de concentração: Política, Movimentos Populacionais e Sociais. Linha de Pesquisa: Fronteiras, Populações e Bens Culturais. Graduado em Engenharia Têxtil pela Universidade Estadual de Maringá (1997). Professor Auxiliar TIDE da Universidade Estadual de Maringá desde 13 de janeiro de 2004, do Colegiado de Moda – habilitação em modelagem e desenvolvimento de produto. Tem experiência na área de Engenharia Têxtil, Estrutura Têxtil, Produção do vestuário, História e Estudo da Indumentária e da Moda e Cultura da Moda. E-mail: ronivas@gmail.com.
Feira Nacional da Indústria Têxtil. Moda e História.
Este artigo propõe discutir como a Feira Nacional da Indústria Têxtil (FENIT) difundiu os tecidos brasileiros desde sua inauguração em 1958 e por toda a década de 1960. A relação da indústria têxtil com a moda estava vinculada à divulgação da fibra têxtil natural algodão (CO) e à propagação do segmento têxtil ao conhecimento do empresariado e consumidor. Propõe discutir ainda sobre como a feira introduz elementos da produção brasileira nos tecidos desenvolvidos em suas padronagens (desenhos) nas tecelagens nacionais e também nas estamparias que surgem nas coleções que eram criadas e desenvolvidas pelos costureiros brasileiros do período. Iniciava ali um alinhavado de história, cores, formas e elementos da identidade nacional.
Doutoranda em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), onde desenvolve o trabalho “Os códigos de narração e a reportagem: por uma história narrativa do jornalismo de revista no século XX”. Professora dos cursos de Comunicação Social do Complexo Educacional FMU-FIAM-FAAM, é Mestre em Ciências da Comunicação e graduada em Comunicação Social, ambos pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP).
Jornalismo. Moda. Revista.
Embora o jornalismo de moda ganhe impulso no Brasil apenas a partir dos anos 60, é possível observar uma produção jornalística constante sobre esse assunto desde o início do século XIX no país. Muitas vezes misturado a outros temas de interesse geral, essa produção jornalística é um importante inventário dos costumes em termos de vestimenta e de hábitos culturais, bem como mostra algumas características centrais do tipo de jornalismo praticado no país nessa época. O objetivo deste artigo é explorar alguns aspectos da trajetória do jornalismo de moda no Brasil pré-anos 60, com ênfase na Revista da Semana e em O Cruzeiro.
Mestranda em História da Arte pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e bacharel em História da Arte pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Bolsista FAPESP desde 2011. Desenvolve pesquisas no campo do vestuário, relacionando-o aos conhecimentos adquiridos no curso de História da Arte. E-mail: larissartes@yahoo.com.br.
Cesare Vecellio. Cinquecento. Vestuário.
Mestre em História pela UNESP, doutora em História pela UFMG, coordenadora do Programa de Mestrado em História da UNIMONTES – Universidade Estadual de Montes Claros – e bolsista produtividade FAPEMIG.
Graduando do curso de História da UNIMONTES. Desenvolve TCC sobre o tema “Corpo, história e mídia: uma análise do filme O diabo veste Prada”, sob orientação da profa. Regina Célia Lima Caleiro.
Corpo. Moda. Feminismo.
Historiadora da Rede Globo e Mestre em Memória Social pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Atua na área da História Cultural com ênfase em abordagens multidisciplinares. Em sua pesquisa, os assuntos mais frequentes são: História, Memória e Moda. E-mail para contato: luciana.andrzejewski@tvglobo.com.br.
História. Moda. Comportamento.
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